Viagem a Portugal II — ⟨título a confirmar⟩
⟨introdução — a escrever⟩
10 dias. _⟨ajustar⟩
Dia 1 — 3 de junho, sábado
Percurso do dia: Fátima, Arouca.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Fátima
«Hoje, a imensa esplanada é um deserto»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Arouca
«terem passado naquele mesmo instante três belíssimas raparigas, altas, esbeltas, seguras, que pareciam doutro tempo, passado ou futuro»
— José Saramago, Viagem a Portugal
⟨o que ver / o que aconteceu aqui — a escrever⟩
Dia 2 — 4 de junho, domingo
Percurso do dia: Arouca, Vale de Cambra, Pedras Parideiras, Capela da Senhora da Lage, Marco de Canaveses, Amarante.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Pedras Parideiras
Fora da viagem de Saramago: o Centro de Interpretação das Pedras Parideiras, na Castanheira — geossítio da Serra da Freita (Arouca Geopark) onde o granito vai libertando nódulos de biotite.
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Capela da Senhora da Lage
Fora da viagem de Saramago: a Capela de Nossa Senhora da Lage, na Serra da Freita (Arouca).
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Marco de Canaveses
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Dia 3 — 5 de junho, segunda-feira
Percurso do dia: Amarante, São João de Gatão, Telões, Cumeeira, Parada de Cunhos, Vila Real.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Amarante
«vai o viajante entrando em Amarante, cidade que parece italiana ou espanhola, a ponte e as casas que na margem esquerda do Tâmega se debruçam»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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São João de Gatão
«assim como não dirão que súbita comoção é esta que enche de lágrimas os olhos do viajante»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Parada de Cunhos
«até Parada de Cunhos, e aí, voltando costas ao rio Corgo, enfrenta o Marão»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Vila Real
«pasma deste privilégio, a avenida de cintura, pista de corridas para bólides de fora e dentro»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Dia 4 — 6 de junho, terça-feira
Percurso do dia: Vilarinho de Samardã, Vila Pouca de Aguiar, Boticas, Pero de Lagarelhos, Chaves, Montalegre, Pitões das Júnias, Outeiro.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Vilarinho de Samardã
«Ainda teve o viajante tempo para ouvir o zumbido das abelhas e seguir ao longo da casa, espreitando as varandas corridas»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Vila Pouca de Aguiar
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Boticas
Fora da viagem de Saramago: a vila de Boticas, nas Terras de Barroso.
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Montalegre
Fora da viagem de Saramago: a vila de Montalegre e o seu castelo medieval, no planalto do Barroso.
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Pitões das Júnias
Fora da viagem de Saramago: a aldeia de Pitões das Júnias e o Mosteiro de Santa Maria das Júnias, no Parque Nacional da Peneda-Gerês.
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Outeiro
Fora da viagem de Saramago: a aldeia de Outeiro, no planalto da Mourela (Montalegre), dentro do Parque Nacional da Peneda-Gerês.
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Dia 5 — 7 de junho, quarta-feira
Percurso do dia: Vieira do Minho, São Bento da Porta Aberta, Covide, Ponte da Barca.
⟨notas do dia — a escrever⟩
São Bento da Porta Aberta
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Covide
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Ponte da Barca
«chegando a Ponte da Barca, decidiu que não havia de deixar abater-se por desânimos e avançou para a serra do Soajo»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Dia 6 — 8 de junho, quinta-feira
Percurso do dia: Giela, Arcos de Valdevez, Ermelo, Anta do Mezio, Soajo, Lindoso, Castro Laboreiro.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Giela
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Arcos de Valdevez
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Anta do Mezio
Fora da viagem de Saramago: a Anta do Mezio, monumento megalítico (c. 3000 a.C.) junto à Porta do Mezio, entrada do Parque Nacional da Peneda-Gerês em Arcos de Valdevez.
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Soajo
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Castro Laboreiro
«Castro Laboreiro chega sem avisar, numa volta da estrada»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Dia 7 — 9 de junho, sexta-feira
Percurso do dia: Castro Laboreiro, Nossa Senhora da Orada, Melgaço, Monção, Valença.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Nossa Senhora da Orada
«a Igreja da Nossa Senhora da Orada, pequena construção românica decentemente restaurada, é tal obra-prima de escultura que as palavras são desgraçadamente de menos»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Melgaço
«a torre de menagem é coisa de tomo, avulta sobre o casario como o pai de todos»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Monção
«Quando entra em Monção, acendem-se os primeiros candeeiros.»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Valença
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Dia 8 — 10 de junho, sábado
Percurso do dia: Paredes de Coura, Rubiães, Romarigães, Ponte de Lima, Balugães, Abade de Neiva, Barcelos.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Rubiães
«Rubiães é um templo românico fechado. O adro está praticamente coberto de lápides sepulcrais, entre o antigo e o quase moderno.»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Romarigães
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Ponte de Lima
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Abade de Neiva
«Em Abade de Neiva foi o viajante ver o conjunto de igreja e torre de mais viva atmosfera medieval que até agora encontrou»
— José Saramago, Viagem a Portugal
⟨o que ver / o que aconteceu aqui — a escrever⟩
Barcelos
«nunca outro melhor manjar comeu nem espera vir a comer, porque não é possível repetir a inventiva humana esta maravilhosa e rústica comida»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Dia 9 — 11 de junho, domingo
Percurso do dia: Barcelos, Vila Nova de Famalicão, São Miguel de Ceide, Santa Eulália, Águeda.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Vila Nova de Famalicão
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São Miguel de Ceide
«Camilo esteve neste lugar. As árvores nem eram estas, nem as plantas, nem provavelmente o empedrado do chão.»
— José Saramago, Viagem a Portugal
⟨o que ver / o que aconteceu aqui — a escrever⟩
Santa Eulália
«que está num alto, isolada do congestionado centro da vila»
— José Saramago, Viagem a Portugal
⟨o que ver / o que aconteceu aqui — a escrever⟩
Águeda
«A caminho de Águeda faz estas meteorológicas reflexões, enquanto vai observando a paisagem.»
— José Saramago, Viagem a Portugal
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Dia 10 — 12 de junho, segunda-feira
Percurso do dia: Santa Eulália.
⟨notas do dia — a escrever⟩
Santa Eulália
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Epílogo
⟨fecho — a escrever⟩